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from Protestation

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from Darkened underpass

最近整理雜物,翻出一些時代眼淚的舊物。

這一台 MD 隨身聽大約是 1990s 念大學時自台北中華商街買入的小玩意。依稀記得,當年音樂市場慢慢從卡帶轉成 CD 為主流,但 Mini Disk 很少被”唱片”公司用作發行的音樂刻錄載具,因此買 MD 就要靠自己”轉錄”錄音帶或CD。Mini Disk 主要的市場消費群據說是日本年輕人,因當地音樂 CD 價格過高,所以年輕人利用MD 良好音質的錄製功能,同學朋友間互通交流 CD 之餘把喜歡的音樂轉儲下來。

差不多有十多年沒使用這台機子,所附的口香糖式鋰電池早已無電力,無法測試其是否能正常運轉。查了購物拍賣網站,居然可以買到充電池,其價位從原廠1500元到台製手工土貨 100元左右。原本還想買顆便宜的充電池試試,但手邊已找不到 Mini Disk,終該是斷捨離放手了。

#littlethings

 
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from Paul Sutton

Federated hosting

Donate using Liberapay

If you are looking to host your own service such as Peertube, Mastodon etc, but would prefer to use managed hosting there are now several options

On a related note there is also the project by Aral Balkan who's Small Technology Foundation [1] is building the small web [2]

REFERENCES

1 Small Technology Foundation 2 Small Web

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#YearOfTheFediverse,#AralBalkan,#SmallTechnologyFoundation,#SmallWeb,#Fediverse,#hosting,#Hosting

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This work is licensed under a Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International License

 
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from Paul Sutton

Website on pi

Donate using Liberapay

I spent some time on last night, setting up a mini web server on m Raspberry pi.

So running a http server on a Raspberry Pi.

For this project I am just using the python3-test-server package,

  1. Install python3-test-server
  2. Create a directory to hold some html files
  3. Change to this directory
  4. Create a very basic html file e.g index.html
  5. run python3 -m http.server:7800 where 7800 is the port you want to use

web server on pi

In the browser go to ip:7800

Website on pi

What I have done here, however is

  • Run the server on the pi,
  • Connected via ssh to create the site files and run the server
  • Edited the basic website on the pi via ssh, by running a text editor
  • To copy other files directly from my main PC to the Pi i used

    • scp file.jpg pi@ip:path e.g
      • scp file.jpg pi@ip:/home/pi/html/

I have, gone a little further than this:

In order to share my free software video dvd (and other resources) with people I:-

  • Uploaded files to the server
  • Created a web link to the iso file
  • Edited my router firewall so it would allow a connection to the pi

I then shared the appropriate IP address with a friend via irc so he could download the ISO file, and it worked really well.

REFERENCES

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#YearOfTheFediverse,#httpServer,#website,#html,#css, #Python,#Firewall,#Networking,ProblemSolving,#Skills,#IT

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This work is licensed under a Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International License

 
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from Darkened underpass

這陣子為了幾台電子琴在家中擺放的位置有點傷腦筋。倒不是騰不出空間,其實正好利用機會把許多雜物清理出去,關鍵是樂器擺放的位置是否靠近自己平日最常待的地方,如此隨手可即的方便就沒有偷懶的藉口。

話說車尼爾599進入到中段後,慢慢出現一點 C2~C6 音域以外的音,61鍵電子琴上無法彈奏,因此想著把 Casio WK-110 搬到工作書桌房就近使用練習。問題是,去年買入的 X型電子琴架已用來安置 Korg B1,必須想其它辦法。

當然最簡單的辦法就是再買一個簡易電子琴架,但稍早清理雜物的過程讓我不免提早擔憂日後處置它的麻煩,似乎最好的作法是利用家裏的現成物品,一來可減少花費再來讓現成家具雜物發揮第二春功能。考量琴鍵適合彈奏的高度75~78公分界於桌子(70~75cm)與椅子(43~50cm)之間,現成物的高度最好是 55~60 cm, 這樣電子琴擺上去後的高度才適當。

觀察幾圈家中各式物品,先搬來一張有扶手的塑膠休閒椅,座墊高度是43公分扶手高度則為64~63cm。把全長 115cm 的電子琴架放在雙邊扶手竟出乎意料地合適平穩,琴鍵與地板的高低差正好是 75 公分(雖然琴鍵稍呈5~10度的傾斜),彈起來還算OK。最主要是簡單方便,剛好放在書桌左側,旋轉椅一動就可以自由在 CTK3200、WK110 之間轉換,若不想用 WK-110,就直接把它直立靠牆椅子放回原位一點也不佔用空間。

就是我平日打電腦看影片練琴的小小一隅。

#keyboards

 
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from Paul Sutton

GoDot Conference 2021

https://godotengine.org/article/call-for-participation-online-godotcon-2021

Event : GoDot game engine conference Date : 23rd January 2021

Posted by:-

Debian GNU+Linux info

godot3/stable 3.0.6-2 amd64
  Full 2D and 3D game engine with editor
godot3-runner/stable 3.0.6-2 amd64
  Godot game engine run-time
godot3-server/stable 3.0.6-2 amd64
  Headless Godot game engine run-time
golang-github-gobuffalo-envy-dev/stable 1.6.4-1 all
  simplify working with ENV variables
golang-github-joho-godotenv-dev/stable 1.2.0+git20180115.6bb0851-1 all
  Go port of Ruby's dotenv library

#gnu,#linux,#mac,#windows,#game,#development,#godot,#engine

 
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from Darkened underpass

我一直認為,自己音感極差(其實根本是五感都非常粗線更別說是抽象的情感)。對於聲音缺乏敏銳查覺的意識,中國人網路用語「木耳」就是指稱這回事吧。木耳之人自學、練習樂器呢,可能就是自得其樂無法判識、察覺所犯的錯誤,養成了無法矯正的壞習慣、進步有限......等等問題。其實上述弊病問題不該歸咎於「木耳」,主要是沒有適當外部指導之故。那麼學習樂器會不會改善「木耳」的情況呢?我覺得:可能有一點,但更細微之處恐怕還是聽不出差異(雖然讀樂評文章時,常覺得應是寫手虎爛居多,但能吐出一堆形容詞也是讓我大開眼界)。

話說本週主要練習車尼爾599 第47號,感覺遇到最大的困難就是左右手在第二拍或第三拍時下的半拍八分音符時間差,不知道是否有彈”準”,因此在這些地方耳朵與雙手就會特別留意。我想這些大概就是慢慢培養聽覺敏感與雙手各自克服不協調而後達成協調的樂趣所在。

 
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from revisteme!

Cuidar de mim e das pessoas que estão comigo é mais importante do que estudar ideias complicadas na tela de um computador.

Aprender como ter conversas reais sem ser derrubada pela ansiedade e por ficar autocentrada é mais importante do que colocar pensamentos longos e enrolados no papel porque eles me assombrarão para sempre.

Ficar calma nas horas mais difíceis e ser capaz de aprender essa habilidade em conjunto é mais poderoso do que um dedo trêmulo segurando o gatilho.

Alcançar alguém através da minha tendência antissocial é mais revolucionário do que escrever um livro inteiro cheio de termos carregados que precisam de filosofia europeia para serem explicados de qualquer forma.

Recusar o pacifismo e a apatia vem antes de aceitar uma espiritualidade falsa que só serve para substituir o que foi passado a mim com enorme esforço por meus antepassados.

Não ser sujeita ao policiamento da minha narrativa e sua expressão é mais necessário do que prestar atenção a pessoas que sentem-se incertas sobre sua ancestralidade e o que fazer com ela.

Considerar a responsabilização e a reparação como normais e necessárias vem antes de esperar chegar uma identidade perfeita que é imune a críticas.

Recusar a me patologizar é mais saudável do que estar sempre incerta sobre quem eu sou, quem está comigo e quem não está.

Não prestar mais atenção nas minhas dificuldades do que nas possíveis saídas é um melhor conselho do que a maioria das coisas que qualquer pessoa tem para dizer na Internet.

Lembrar que os primeiros seres humanos a atravessarem para Abya Yala não vieram através de Bering é por si só uma parte muito mais importante da história do que um bilhão de palavras sobre presidentes dos EU e o que quer que tenham na sua agenda.

Ser criticada publicamente mais uma vez é menos ameaçador do que o dano possivelmente envolvido de qualquer forma em simplesmente andar pela rua.

Saber com certeza que muitas pessoas precisam de mais ajuda do que eu é muito mais óbvio do que tentar argumentar pela minha importância pessoal.

Não ter medo mas consciência do escrutínio daquelas pessoas que querem desenhar meus contornos só para saber o melhor ângulo de ataque vai me tornar muito mais forte do que acovardar-me.

Convencer-me por mais um dia de que não preciso chegar à exaustão para me sentir merecedora de alimentação e abrigo é mais importante do que cumprir as expectativas da ética protestante me cercando.

Estudar uma única linha de história pré-colonial é mais libertador do que continuar a tornar minha mente laica com nenhum resultado além de mais dúvida.

Confiar no meu sentimento instintivo sobre ideias confusas terem pouco valor é muito mais saudável do que tentar entender o que falantes de inglês estão falando nas suas últimas ideias anarco-niilistas de merda que eu não tenho tempo para ler de qualquer maneira.

Escolher o conhecimento ao invés do consumismo e o questionamento real ao invés das lutas internas é mais profundo do que a crítica que chega por dentro de fios.

Ter um diálogo cuidadoso comigo mesma é mais saudável do que tentar fazer com que pessoas anônimas da Internet resolvam minha solidão e insegurança.

Olhar no espelho e tomar um banho é mais emancipatória do que me atualizar sobre as últimas notícias da transfobia acadêmica como uma forma de machucar a mim mesma psicologicamente.

Fazer com que dinheiro e outros recursos cheguem às comunidades que mais precisam deles é uma mudança maior do que enviar mais informações para o tecnocrata do norte.

Ter todas as suas ações e palavras medidas como se você só tivesse o valor de suas demonstrações externas de lealdade a uma cena social ajuda muito menos do que um único ato de afeto em direção a quem realmente se importa comigo.

Tentar aprender como me ajustar e melhor agradar as outras pessoas é uma enorme perda de tempo comparado ao estudo do meu próprio corpo e mente junto de pessoas que tenham corpos e mentes como o meu.

Tentar carregar toda a batalha por poder do mundo inteiro nas minhas costas é muito mais narcisista do que aquilo que profissionais de “saúde mental” possam estar tentando falar de formas totalmente desencontradas.

Escrever poesia concisa é muito mais libetador do que perder-se em uma prosa sem fim.

Não desistir do crescimento, da alegria e do afeto é mais maduro do que apegar-me a uma ideia estática e fria do que é ser adulta.

Manter-se eternamente crítica de mim mesma e das outras pessoas sem sacrificar o cuidado coletivo é preferível sobre o que alguém na clínica de psiquiatria está tentando me dizer de forma insensível só para me mandar para casa e esquecer a respeito.

Não ser moldada por um pastor é mais urgente do que desistir da minha esperança ainda viva e em constante mudança, substituindo ela com uma crença morta que não tem como durar por muito tempo.

Resistir sem desistir nunca ao apagamento do que eu sou é perceber que o Estado sempre esteve errado sobre a minha documentação.

Não precisar que ninguém valide meu pensamento é uma aspiração melhor do que tornar-me como alguém ateísta que não consegue parar de falar devido à insegurança reprimida.

Segurar cada contradição com o mesmo carinho com que guardo todo o restante que nunca vou conseguir resolver e explicar me torna muito mais forte do que alguém que se educou demais e tem todas as respostas.

Não precisar que as outras pessoas sejam como eu ou mesmo que parcialmente pareçam-se comigo vai me levar muito mais longe do que infinitas milhas aéreas.

Conseguir o que é meu e seu deveria ser uma prioridade muito mais urgente do que terminar até mesmo uma única linha de palavras de autoelogio.

 
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from revisteme!

Caring for myself and those that are with me is more important than studying complicated ideas on a computer screen.

Learning how to have actual conversations without losing it to anxiety and self-consciousness is more important than putting long-winded thoughts on paper because they will haunt me forever.

Becoming calm at the hardest times and being able to learn that ability together is more powerful than a shaky finger holding the trigger.

Reaching out through my antisocial tendency is more revolutionary than writing a whole book full of loaded terms that depend on European philosophy to be explained anyways.

Refusing pacifism and apathy comes before false spirituality that only serves to replace what was passed down to me through enormous effort by my ancestors.

Not being subjected to the policing of your narrative and its expression is more necessary than paying attention to people who are unsure about their heritage or what to do with it.

Considering accountability and responsibility as normal comes before expecting to arrive at a perfect identity that is immune to criticism.

Refusing to pathologize yourself is healthier than being ever unsure about who you are, who is your friend and who is not.

Not paying more attention to my difficulties than to the possible way out is better advice than most things anyone online has to say.

Remembering the first humans to cross into Abya Yala did not come through Bering is alone much more important history than a billion words about US presidents and whatever routines they have.

Being publicly criticized one more time is less menacing than the possible harm involved in simply walking on the street anyway.

Knowing for sure that are many people who need much more help than I do is a lot more obvious than trying to argue for my personal importance.

Not being afraid but aware of the scrutiny of those who want to draw a line around you only to see what's the best angle to attack will make you much stronger than cowering.

Convincing myself for one more day that I don't need to burnout in order to feel worthy of food and shelter is more important than fulfilling the protestant ethics encircling me.

Studying a single line of precolonial history is more liberating than further secularizing my mind to no other effect than doubt.

Trusting my gut feeling about confusing ideas having little worth is much healthier than trying to understand what the anglophones are talking about in their latest anarcho-nihilist bullshit that I don't have time to read anyways.

Choosing knowledge over consumerism and effective questioning over infighting is deeper than the critique that comes through the wire.

Having a caring dialogue with myself is more nurturing than trying to have the anonymous web solve my loneliness and insecurity.

Looking at the mirror or taking a shower is more emancipating than getting updates on the latest news in transphobic academicism as a kind of psychological self-harm.

Making money and other resources reach communities that most need them is greater change than sending data to the northern technocrat.

Having every action and word you say measured up as if you were only worth your outer displays of loyalty to a social scene is less accomplishing than a single act of affection towards those who really care about you.

Trying to learn how to adjust and better please others is a huge waste compared to studying how your own body and mind work with those who have bodies and minds like yours.

Trying to carry the whole power struggle of the world on your back is much more narcissistic than what a misinformed “mental health” professional might be trying to point out to you in the most misguided ways.

Writing concise poetry is far more liberating than being lost in endless prose.

Not giving up growth, joy and love is more mature than clinging to a static, cold idea of adulthood.

Forever remaining critical of myself and others without sacrificing collective care is preferable over what the insensitive psychiatrist is trying to tell me only to send me home and forget about it.

Not being molded by a priest is more urgent than giving up my living, ever-changing hope and replacing it with a dead belief that won't last long.

Forever resisting the erasure of what I am is realizing the state was wrong all along about my documents.

Not needing anyone to validate my thinking is a better aspiration than becoming like the shaky atheist who can't stop talking.

Holding every contradiction as dear as all the stuff I won't ever solve makes me much stronger than the over-educated one with all the answers.

Not needing others to be like me or even meet me halfway will take me much farther than a million air miles.

To get what is mine and yours should be a much higher priority than finishing even a single line of self-aggrandizing words.

 
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from Darkened underpass

“復練”一個月來,查覺這幾週隱隱有某種規律:週末時刻才比較有時間與精力把練習進度往全新的曲子推進,一般週間日大概是做熟練與復習之類的累積。話說車尼爾599 第45號大約是記住了百分之九十,但還不夠熟練,心想差不多可以往下走,上週六開始試彈第46號。46號有許多音節音符落在C7,61鍵電子琴的音階範圍是 C2~C6,換句話說有許多音符在 Casio CTK3200上彈不出來,必須換到 WK-110 或是 Korg B1 上練習,於是就乾脆跳過,先練更簡短、只有二行的第 47號。

週末一開始練新曲子時,當然是眼睛死死盯著樂譜(22” LCD),雙手就位於琴鍵上緩慢笨拙地依指示移動到該出現的音色。頭兩天練習下來,感覺新曲子不算困難,只是完全未開啟記憶模式,靠著讀樂譜彈出音色,但腦子裏根本無意識自己到底彈了什麼音。

昨天練習時,覺得還是得把曲子背下來。為了要背譜這時才試著用腦袋去理解與分析前一音和後一音之間是否有什麼關聯、左手和右手如何協調、第一小節與第四小節相同四個音符節拍後各自不同的發展........。如此有意識地留意曲子的內容後,方才感嘆:咦,旋律還好聽的,完全和稍早看譜練但心不在焉記不住曲調有著極大差別。

#Czerny

 
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